sábado, setembro 29, 2007

A Castle Full of Rascals

Olá amigos e amigas do Renatadas. Tudo bom ? Espero que sim.

Esse é um post que, mesmo para mim, aparentemente não tem razão de ser. Apenas tive vontade de postá-lo e cá estou, esvaziando minha mente.

Duas músicas.

A primeira delas está no título desse post e é do Deep Purple, do álbum Purpendicular. Como não tem vídeo, vai só a letra mesmo:

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Deep Purple - A Castle Full Of Rascals

Nothing here for me today
Garbaggio from the men in grey
Don't do this,
You can't do that
What's the point, what's the matter, anyway

Fat cat's licking cream
Dirty business hard and mean
Narrow eyes and hungry days
There's got to be a better way

Something here about my face
Something make you think
I got time to waste
What you doing standing there
Why don't you call someone who cares

Fat cats all the same
Easy answers just a game
Another day nothing changes
There's got to be a better way

A glistening of questioners
Prepared the inquisition
While jackals in the shadows
Manoeuvre for position

A fundament of righteous men
A battle of ideals
The carriage of misjustice
Crushes all beneath it's wheels

Conspiracies of silence
Within the temple walls
Graveyards full of promises
That no one can recall

A castle full of rascals
A fortress full of thieves
A parliament of silver tongues
That latter to deceive

Oh my darling Carolina
If you get the chance to walk behind
She's so clean you see no splash
Just the Texas chainsaw massacre

Fat cat's got to go
I'm Rockin' and Rollin' from my headache to my toes
She's trying to set the world on fire
Up there in her Ivory tower

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A segunda é uma que, até o momento em que a escutei, não me saía da cabeça agora à noite. E como essa tem um vídeo fotográfico e letra, aí vão ambos



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Queen - The Night Comes Down

When I was young it came to me
And I could see the sun breakin’
Lucy was high and so was I,

Dazzling,
Holding the world inside

Once I believed in everyone
Everyone and anyone can see

Oh oh the night comes down
And I get afraid of losing my way
Oh oh the night comes down
Oooh and it’s dark again

Once I could laugh with everyone
Once I could see the good in me
The black and the white distinctively

Cornering
Holding the world inside

Now all the world is grey to me
Nobody can see, you gotta believe it

Oh oh the night comes down
And I get afraid of losing my way
Oh oh the night comes down
Oooh and it’s dark again

And it’s dark again

And it’s dark again

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Bom, é isso aí.

Beijo para as moças, abraço, tudo de bom e felicidades a todos e todas.

Até mais.

De seu amigo,

Renato F.C..

quarta-feira, setembro 26, 2007

O Receio de Amar

[Inicio o post ao som de Roland Grapow - Under The Same Sun]

Olá, amigos e amigas do Renatadas, tudo bom ? Espero que sim.

Pôxa, vocês não acham que o título desse post parece o nome daquelas novelas de rádio dos anos 40, 50 ? Ou daquelas primeiras novelas de televisão que foram feitas aqui no Brasil ? Eu acho... hahahahahahaha... :-p

Mas não é sobre novelas antigas que eu tenho intenção de escrever hoje. É exatamente sobre aquilo que eu acredito ser um fenômeno muito característico das mais recentes gerações, ou seja, o medo de amar.

Por que algumas pessoas com quem eu tenho contato expressam sentir tamanho medo de amar ?

Será a questão da entrega ?

Delegar a outra pessoa o nosso coração e uma considerável parte de responsabilidade pela nossa felicidade me parece realmente difícil atualmente, época em que somos levados a ter cada vez menos fé na boa vontade das pessoas, especialmente se considerarmos a crise de valores que nossas sociedades têm vivido.

Mas será que temer essa parte do "Amar" é suficiente para, voluntariamente, procurarmos não amar ? Me parece que não...

Será, então, a questão do individualismo ?

Desde nossas tenras infâncias somos incentivados a estudarmos, crescermos e nos desenvolvermos para a feroz competição que enfrentaremos em nossa vida adulta.

Além disso, assistimos o tempo inteiro a uma série de pequenos e médios atos egoístas por parte das pessoas já adultas com as quais convivemos quando criança, incluindo nossos pais, pessoas essas que nos servem de espelho e de modelo.

Por outro lado, a face politicamente correta e, às vezes, até mesmo hipócrita, que assistimos nos meios de comunicação em massa, freqüentemente nos apresenta modelos e ideologias socialmente orientadas que, também comumente, tomamos como os maiores ídolos de nossa infância.

Entretanto, no caso de nossa geração, especificamente falando, os heróis que nos foram apresentados muitas vezes são pessoas que resolvem os problemas sozinhos. Vide o Batman, o Super-Homem, o He-Man, a Mulher-Maravilha, o Homem-Aranha, o Jaspion, o Ayrton Senna, o Gustavo Kuerten e, mais recentemente, a Daiane dos Santos, sem contar os inúmeros ídolos pop da música que nos últimos anos, via de regra, se apresentavam sozinhos, entre outros exemplos.

Agora, justiça seja feita, também fomos apresentados a diversos grupos de heróis em nossas infâncias e adolescências, haja vista os X-Men, os Changeman, os heróis daquele desenho Caverna do Dragão, os Thundercats, os Cavaleiros do Zodíaco, os grupos musicais, desde Bon Jovi, Guns n' Roses, Nirvana, Metallica, até o New Kids On The Block, as Spice Girls, os Backstreet Boys, e as bandas do Classic Rock, como os Beatles, o Deep Purple, o Black Sabath, o Led Zeppelin, o Rush, e as grandes equipes do esporte como o Dream Team de Basquete dos EUA, a Seleção Brasileira de Futebol de 1994 e a nossa Seleção de Voleyball, entre outros.

Outra coisa a considerar com relação ao individualismo, a meu ver, é que devido ao fato de as famílias terem diminuído, e ambos pais precisarem trabalhar para sustentar um bom padrão de vida para essa família, há menos interação pessoal dentro dos lares brasileiros.

E como se isso não bastasse, ainda há o seguinte fato: Menos irmãos, menos divisão, menos compartilhamento, a ponto de ser comum hoje em dia se encontrar famílias nas quais cada filho tem um quarto, uma escrivaninha, um computador, uma T.V., um DVD Player, um videogame, um aparelho de som, um armário completo, com todos os tipos de roupas, um grupo imenso de brinquedos e, não tão raro assim, seu próprio banheiro.

Com todos esses benefícios do individualismo, vem a habituação ao conforto que esses benefícios trazem, do qual é muito difícil abrir mão.

E, cá entre nós, se tem algo que considero como uma exigência do ato de amar é que nós estejamos dispostos a dividir o melhor e o pior que nós temos, e abrir mão de uma parte considerável dos confortos aos quais estamos acostumados.

Aliás, no que concerne a esse ato de compartilhar, vale ressaltar que eu não falo apenas de coisas materiais, mas de aspectos de nossas personalidades, objetivos de vida, sonhos, convicções, ideologias, visão de mundo, posturas religiosas, isto é, uma imensa parte daquilo que existe de mais idiossincrático em cada um de nós.

Mas será que só essas inconvenientes trazidos pela questão do individualismo e da perda da total liberdade podem ser acusados de apavorar as pessoas com relação ao "Amor" ? Novamente acho que não...

Será, então, a questão da facilidade que existe hoje em dia para as pessoas viverem momentos amorosos na atualidade, o que implica em uma drástica redução dos comprometimentos e dos compromissos ?

Porque, realmente, pensando com base em tudo que eu já coloquei acima, me parece muito coerente que se opte por um tipo de relacionamento como o "Ficar" que, em tese, traz alguns dos mais agradáveis benefícios de uma relação amorosa sem implicar na assunção de algumas das potenciais responsabilidades, como essas que eu coloquei acima, ou seja, você vai lá, escolhe uma pessoa, abraça, beija, às vezes até transa com ela e, no dia seguinte, é como se nada tivesse acontecido, o que leva à outra possível questão:

Será então a questão do hedonismo, essa incessante busca pelo prazer acima de tudo como parâmetro para a moral humana ?

Afinal, muitas vezes, com o perdão dos clichês, o ato de amar requer sangue, suor e lágrimas, e não costuma passar nem perto daquela clássica imagem do mar de rosas.

E quando acontece de esse sentimento ser tão intenso, repentino e sôfrego que chegamos à brilhante conclusão de que estamos não só amando, como também fazendo-o apaixonadamente ? E lá vamos nós nos preparar psicologicamente para, muitas e muitas vezes, agirmos como idiotas na presença da pessoa amada.

Ah, e não podemos esquecer a importantíssima questão do amor próprio, colocada em cheque pelo fato de que ainda é possível amarmos sem sermos correspondidos, ou ainda pior, podemos encarar uma imensa rejeição, fatos que via de regra nos impõe um violento sofrimento.

Uma outra coisa que não podemos deixar de citar são as expectativas da pessoa que ama e daquela que está amando, conforme já falei aqui no post "Eu, o Amor e o Tempo - Reflexões" (http://renatadas.blogspot.com/2007/08/eu-o-amor-e-o-tempo-reflexes.html).

É, caros amigos e caras amigas, realmente eu devo admitir... Há uma série de razões para que uma pessoa tenha receio de amar, muitas delas nem ao menos levantadas nesse cantinho do ciberespaço por esse que ora lhes escreve.

Entretanto contando com tudo o que eu já escrevi aqui e as reflexões que eu desenvolvia nesse processo autoral, ainda me resta uma enoooorme dúvida:

Será que mesmo todos esses motivos são suficientes para alguém sentir tamanho medo de amar que a pessoa acabe por se privar disso ?

Acredito eu que essa é uma resposta que cada um deve dar para si mesmo. E eu já tenho a minha, que é a seguinte:

Todos esses fatos são insuficientes para me fazer ter receio de amar, mas acho absolutamente possível e coerente que, por conta deles, alguém sinta esse temor, de uma tal forma que eu mesmo não vejo problema nenhum em uma pessoa se sentir assim afinal, acredito eu, cada um tem sua subjetividade e lida com ela da melhor maneira que consegue, não sendo esse fato algo que torna uma pessoa melhor ou pior.

Agora, considerando o outro lado da moeda, acho importante que sempre sejamos capaz de confrontar esses motivos com aqueles que, eventualmente, podem vir a fazer o "Amar" valer a pena.

Alguns exemplos desses motivos "pró-Amor" são os seguintes:

- Companheirismo:

Considero muito bom ter a convicção de que você pode contar com alguém quando surge a necessidade de ter alguém ao lado para um abraço, um beijo, um papo, um lanche, uma balada, uma tarde na praia, na montanha, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapé, para passear, escutar, falar, cozinhar, lavar, limpar, nadar, correr, pular, banhar, brincar, rir, chorar, etc...

- Aceitação:

Me parece muito legal ter consciência que uma pessoa no mundo pode estar disposta a conhecer as mais específicas características de seu ser e não rir de você por causa delas mas, eventualmente rir com você, curtindo-as contigo.

- Aconchego:

Acho muito agradável poder aconchegar o próprio corpo ao corpo de outra pessoa e sentir o calor, a pele, o cheiro, o toque, o som da voz, a textura dos cabelos, o sabor da boca, e tudo o mais que um bom abraço é capaz de providenciar para duas pessoas que se amem.

- Aprendizado:

Creio ser muito interessante quando, por conviver com alguém que desperta e instiga o melhor que temos dentro de nós, crescemos, aprendemos e realizamos aquilo que, sem a presença, a fé e a motivação daquela pessoa tão amada, não teríamos despertado em nós e, conseqüentemente, não realizaríamos.

E finalmente, algo que de maneira nenhuma eu poderia deixar de citar:

- Sexualidade:

Que me desculpem os sexólatras, mas nesse ínterim, a meu ver, não tem jeito, apresento dois clichês nos quais acredito profundamente, ou seja, é muito melhor curtir nossa sexualidade na companhia de alguém do que sozinho, e ainda melhor se essa pessoa que nos acompanha for aquela pela qual nutrimos o tipo de sentimentos aqui apresentados.

Enfim, amigos e amigas, sei que é meio pretensioso isso que vou escrever aqui, mas espero que essa reflexão seja de alguma utilidade em suas próprias reflexões acerca de um tema tão controverso e subjetivamente entendido e vivenciado como é o Amor.

De qualquer maneira, desculpem minha atitude pretensiosa e a simplicidade que eu observo nessas linhas que ora exponho para sua apreciação.

Um grande beijo para as amáveis moças, um abraço, tudo de bom e felicidades a todos e todas que emprestam os calorosos ares de suas presenças à essa ilhota virtual em cuja orla vêm quebrar as ondas que surgem no mais profundo âmago oceânico de minha subjetividade.

Até mais.

De seu amigo,

Renato F.C..

[Encerro o post ao som de Dulce Pontes - O Primeiro Canto]

domingo, setembro 16, 2007

"Fatos Consumantes" Consumados

[Inicio o post ao som de Black Mages - Battle Scene (Final Fantasy I)]

Olá amigos e amigas do Renatadas. Tudo bom ? Espero que sim.

Hoje escreverei sobre dois fatos que ocorreram comigo muito recentemente.

O primeiro deles tem a ver com o primeiro "Post Scriptum" que eu coloquei em meu post anterior.

Estava eu realmente comprometido em colocar aqui nesse ciberespaço uma grande coletânea de fotos dos shows em que participei com a Consumação Máxima.

Comecei a pensar em como iria compor esse post e bolei um título para ele, que seria "Milhares de Palavras Consumadas", o qual brinca com aquela idéia da "imagem que vale mil palavras".

Também pensava se colocaria todas as fotos, se colocaria apenas as melhores fotos, se colocaria somente as fotos em que eu apareço, se seguiria a ordem em que os shows foram realizados, enfim, levantei em minha mente uma série de possibilidades sobre tudo que eu gostaria que esse post tivesse e, sempre eu acabava chegando à uma mesma opinião: Nada do que eu planejei a esse respeito me agradava.

Refletindo um pouco mais, agora sobre essa minha insatisfação, cheguei a uma conclusão que, depois que eu cheguei à ela, considerei realmente óbvia, que é a seguinte:

Lamento este fato, mas a realidade é que, por algum motivo que eu ainda não sei exatamente, não me agrada a idéia de postar nesse espaço virtual uma coletânea de fotografias minhas com a Consumação Máxima.

Por favor, meus caros amigos e minhas caras amigas que, eventualmente, teriam curiosidade por ver essas fotos, aceitem meu pedido público de desculpas. Quem sabe, no futuro, eu consiga descobrir o que me faz sentir e agir dessa maneira.

Se assim acontecer, e essa obscura parte de minha subjetividade for algo que me insatisfaz e que eu seja capaz de superar, garanto a vocês que assim que for possível publicarei essas fotos.

E, como aperitivo e/ou paliativo, por favor, acompanhem meu álbum do orkut, onde pretendo sempre colocar as melhores fotos que eu tiver disponíveis a respeito dos shows e demais eventos significativos nos quais eu venha a participar.

O segundo fato que me ocorreu recentemente foi minha desvinculação da posição de vocalista da Consumação Máxima, a banda de Pop-Rock em que participava, cujas fotos não me sinto à vontade para postar aqui.

Um adendo antes de eu continuar: Acho importante esclarecer que meu desagrado com relação à idéia de postar aqui no Renatadas as fotos da Consumação Máxima é anterior a esse segundo fato, o qual foi definido hoje.

Basicamente, minha saída da banda se deve aos seguintes motivos:

1. Os outros membros da banda, concordando com opiniões emitidas por pessoas conhecidas por eles que estiveram em nossos shows, não estavam satisfeitos com minha performance de palco como "Front Man", ou seja, aquele cara que, em relação aos outros membros da banda aparece em primeiro plano, sendo, por isso, considerado "a cara da banda", função normalmente exercida pelo Vocalista.

2. Nesse sentido, como estavam bastante satisfeitos com minhas capacidades vocais e minha atuação como cantor, me ofereceram uma posição como Tecladista e 2º Vocalista, a qual não aceitei por não me considerar prontamente apto a tocar teclado na banda citada, uma vez que eu mal sei "arranhar" esse instrumento, e também por, nesse momento de minha vida não ter a menor intenção de começar a aprender a fazê-lo.

3. Por não saber com mais exatidão quais expectativas do público não estavam sendo atendidas, não tenho a menor idéia a respeito do(s) aspecto(s) de minha performance de palco no(s) qual(ais) devo trabalhar para atendê-las.

4. Cantar, desde 2001, assumiu em minha vida uma função de divertimento, um hobbie e, no atual momento que estou vivendo, para trabalhar nos sentidos que eles indicaram, que seria aprimorar minha performance de palco e/ou aprender a tocar teclado, não possuo nem o tempo cronológico, nem o "tempo" financeiro disponível.

5. E, finalmente, o motivo mais egoísta pelo qual eu não aceitei essa posição de 2º Vocalista e Tecladista, que foi o fato de este que vos escreve, dentro de minha subjetividade, não ficar nem um pouquinho feliz e/ou satisfeito em ser um "2º Vocalista". Como disse a meus amigos e ex-colegas de banda, aceitaria numa boa dividir os vocais com mais uma pessoa além do nosso baterista, o Fabio, ajudando o possível essa terceira pessoa com "backing vocals" e tudo mais que eu pudesse, mas não teria a menor vontade de assumir nessa banda uma posição de 2º Vocalista, fato que, no que concerne a mim, tira completamente o sentido de minha participação nesse grupo, a qual é amadora por definição pessoal, uma vez que, como 2º Vocalista, senão todo, certamente grande parte de meu tesão por participar da Consumação Máxima iriam por água abaixo.

Bom, acho que são essas as razões de minha saída dessa banda.

Deixo aqui, então, meus melhores votos no sentido de que aquele que for selecionado para me substituir possa manter o nível ascendente do trabalho que vínhamos desenvolvendo, cumprindo também essa função de "Front Man"que tanto a banda quanto nosso público têm sentido falta.

Caríssimos amigos da Consumação Máxima, muitíssimo obrigado por tudo que vivenciamos e conquistamos nesse muito freqüentemente feliz período em que estivemos juntos.

Keep on Rockin', fellows !!!!

Para vocês, amigos e amigas do Renatadas que estiveram em shows da Consumação, meu mais profundo agradecimento por todo o prazer que tê-los conosco trouxe a esse que ora escreve.

E, para finalizar esse assunto, existe ainda uma possibilidade de que, até o fim desse ano, a Consumação Máxima realize um show que, entre outras coisas, poderá servir para que eu me despeça da banda e ela possa apresentar seu novo Vocalista em grande estilo. Caso haja qualquer informação positiva nesse sentido, estejam certos que será uma grande alegria convidá-los e, se possível, tê-los conosco nessa apresentação.

E, deixando no ar uma alvissareira possibilidade, encerro esse texto incluindo um vídeo do Youtube onde nós, da Consumação Máxima tocamos a música que, quase sempre, foi aquela que mais teve representatividade para nós.

Isto posto, sem mais delongas, clipe e letra de "Born To Be Wild", por Consumação Máxima prá vocês !!!!



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Steppenwolf - Born To Be Wild

Get your motor running
Head out on the highway
Lookin' for adventure
In whatever comes our way

Yeah, darlin', gonna make it happen
Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once and
Explode into space

I like smoke and lightning
Heavy metal thunder
Racin' with the wind
And the feeling that I'm under

Yeah, darlin', gonna make it happen
Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once and
Explode into space

Like a true nature's child
We were born, born to be wild
We can climb so high
I never want to die

Born to be wild

Born to be wild

Get your motor running
Head out on the highway
Lookin' for adventure
In whatever comes our way

Yeah, darlin', gonna make it happen
Take the world in a love embrace
Fire all of your guns at once and
Explode into space

Like a true nature's child
We were born, born to be wild
We can climb so high
I never want to die

Born to be wild

Born to be wild

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Beijo para as moças, abraço, tudo de bom e felicidades a todos e todas que por meio de suas incomparáveis graças tornam mais agradáveis não só esse canto virtual de minhas expressões, como a minha própria vida.

Até mais.

De seu amigo,

Renato F.C..

[Encerro o post ao som de Journey - Don't Stop Believing]

terça-feira, setembro 11, 2007

Desígnio, Resígnio

[Inicio o post ao som de Dulce Pontes - Senhora do Almortão]

Olá amigos e amigas do Renatadas. Tudo bom ? Espero que sim.

Hoje eu escreverei um tipo de texto que não aparece por essas paragens há um tempo demasiadamente longo. Hoje povoarei esse frutífero jardim de idéias, sentimentos e reflexões que eu cuidadosamente cultivo nesse canto do ciberespaço com um poema, o qual, como muitos dos escritos que aqui coloco, foi fruto de mais uma daquelas visitas matinais de minhas musas inspiradoras, as quais não me ocorreram ultimamente.

Isto posto, sem mais delongas, vamos a ele:

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Desígnio, Resígnio
por Renato de Faria Cavalheiro

Nas Areias de um Tempo sem Fim,
Eras de Luz e Calor.
Incauto, Desígnio Poente,
Devir, Resígnio Iminente.

Céu Escarlate, Horizonte Carmim,
Fervorosa Onda, Estupor.
Atroz, Desígnio Imponente,
Traidor, Resígnio Impotente.

Silenciosa Lira em Noite Vã.
Obscuro Firmamento Encantador.
Véu Negro, Desígnio Cadente,
Alento, Resígnio Clemente.

Rainha Treva, Caldeirão Pagão;
Portal para Esplendor.
Findo Desígnio Corrente,
Finda ! Resígnio Inerente.

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Enfim, amigos e amigas, é isso. Espero que vocês apreciem.

Beijo para as adoráveis jardineiras cujas floridas palavras embelezam esse canteiro, abraço, tudo de bom e felicidades a todos e todas que plantam aqui sementes daquilo que têm de melhor, fazendo desse ciberespaço um local certamente mais belo do que ele seria se contasse apenas comigo para cultivá-lo.

Até mais.

De seu amigo,

Renato F.C..

P.S.: Não costumo anunciar posts vindouros, mas acho que vale a pena anunciar esse: Aninha, caríssima "Paranoid Android", aguarde e confie. Em breve, alguns milhares de palavras consumadas algumas Luas atrás... ;-)

P.S. II: Caríssimo Sapo, esteja certo que terei o maior prazer em colocar aqui alguns vídeos e farei isso sempre que for humanamente possível. [hahahaha... Ferris Buller... ;-) ] Aliás, por favor, desculpe ainda não ter te agradecido. Valeu pela dica !!!! ^_^d

[Termino o post ao som de Fiona Apple - Get Him Back (que, apenas para constar, eu gosto de cantar como se o título e a letra fossem "Get Her Back", ou seja, falassem de uma mulher... hahahaha... :-p) ]

domingo, setembro 09, 2007

Bom Feriado

[Inicio o post ao som de Regina Spektor - Better]

Olá amigos e amigas, tudo bom ? Espero que sim.

Realizo agora um otimista exercício de futurologia: Esse feriado que hoje encontra seu fim será um bom feriado.

Na sexta-feira, participei da comemoração do aniversário de uma cara amiga minha, e freqüente comentadora desse espaço cibernético, a Pri.

Lá, um agradável clima vespertino, a aniversariante Pri, a Re, uma amiga dela, meu amigo Gâs e sua namorada, minha amiga Suelyn, ou seja, ótimas companhias. Além disso, familiares da Pri divertindo-se, e uma série de jogos de Ping-Pong, Sinuca e até Pebolim, onde ocorreram disputas ferrenhas pelas incontestáveis vitórias... hahahahaha... ^_^

Para terminar, molecagens meio carentes de noção entre amigos, um acidente que, muito felizmente, não teve conseqüências graves (maaaaaaaaal Su, por favor, desculpe-me...), muitas mariposas, ótimo papo e a descoberta dos sabores encontrados em uma agradabilíssima hamburgueria da Coca-Cola que fica perto do prédio onde moro, a chegada em casa, um imenso cansaço e uma bela noite de sono.

Veio o sabadão e eu descobri, lá pelo meio-dia, que haveria jogo de R.P.G. às 14:00.

Com duas gentis e providenciais caronas de meu caro amigo Utihata (aliás, brigadão Velho, muito mesmo... ^_^d), fomos à casa de outro caro amigo, o Regis, para jogarmos uma das últimas aventuras de nossa última campanha.

Boa aventura, ótima companhia. Parece-me impossível imaginar uma tarde ao lado de pessoas tão agradáveis e divertidas, com as quais me dou tão bem quanto o Regis, a Carol, o Utihata, o Paulistão, o Cesar e a Paty, sem que elas sejam também imensamente agradáveis e divertidas.

E, cá entre nós, poderia ter sido ainda melhor, pois as presenças tanto do Gâs, quanto da Suelyn e da Mel, pessoas cuja amizade eu também aprecio imensamente e que não tiveram como estar lá, sempre poderão aumentar o bem-estar que sinto na companhia desse grupo de amigos.

Ainda mais porque, após a aventura, nos refestelamos em pizzas e conversamos muito longamente um sem-número de papos capazes de trazer à tona algumas histórias muito interessantes e engraçadas vividas por que cada um de nós.

Então, tarde da noite, adivinhem... Chego em casa, me arrumo e... É isso aí, me atiro na cama e durmo mais uma boa noite de sono.

Aí vem o domingão, hoje, um dia em que tudo que tenho planejado para fazer é descansar e colocar em dia algumas coisas que, além de eu considerar necessárias, me dão prazer em fazê-las. Querem um exemplo ? Tão olhando para ele... hahahaha...

Enfim, tudo indica que há uma enorme chance de eu curtir o domingo inteiro num banzo de fazer gosto. E querem saber de uma outra coisa ? Se assim for, para mim, terá sido ótimo. Mas é claro que, como quase sempre digo, pode ser melhor, quem sabe ? Estou aberto para descobrir... b^_^d

Grande beijo para as moças, grande abraço, tudo de bom e felicidades a todos e todas que, através de sua mais natural e profunda natureza colaboram para que a mais natural e profunda natureza desse que vos escreve mantenha a fluida e incontida harmonia que tanto bem-estar me traz.

Até mais.

De seu amigo,

Renato F.C..

[Termino o post ao som de Regina Spektor - Lady]

quarta-feira, setembro 05, 2007

Consumando IV - Nada como um Show após o outro...

[Inicio o post ao som de Black Mages - Dancing Mad]

Olá amigos e amigas do Renatadas. Tudo bom ? Espero que sim.

Hoje farei um breve resumo sobre o show que nós, a Consumação Máxima, realizamos entre a última sexta-feira, dia 31/08/2007 e o último sábado, 01/09/2007, no nosso querido Radio Club Brasil.

Os momentos que antecederam o show foram bem tranqüilos, embora a pouca presença de público tenha me deixado meio incomodado.

Por volta das 00:45 do sábado, começamos o show.

Eu vestia um tênis preto, calça jeans preta, camiseta vinho e, por cima da camiseta, uma camisa social preta bastante comprida. Em meu rosto usava óculos escuros de modelagem bem moderna, parecida com aquela que caracteriza a personagem de Keanu Reeves na trilogia "Matrix", o Neo.

O repertório que tocamos foi o seguinte:

- Será
- Meu Erro
- Jardins da Babilônia
- Menina Veneno
- Vou Deixar
- Do Seu Lado
- Ana Julia
- Além do Horizonte
- Amor Perfeito
- Nós Vamos Invadir Sua Praia

- Pain Lies On The Riverside
- Are You Gonna Go My Way
- Take me Out
- This Love
- Because the Night

(INTERVALO - 15 minutos)

- Come On Let's Go
- Summertime Blues
- Blue Suede Shoes
- Hound Dog
- Twist And Shout
- Hard Day's Night
- Pretty Woman
- Secret Agent Man
- You Really Got Me

- Flowers By The Door
- Eye of The Tiger
- Born to Be My Baby
- Highway to Hell
- Rock'n'Roll All Nite

(Bis - Atendendo a Pedidos)

- Born to be Wild

A primeira parte de nossa primeira entrada, com as músicas Nacionais, me parece ter sido bastante boa e tecnicamente competente, o que fez com que ela caísse totalmente no gosto do público, que vibrou intensamente.

A segunda parte de nossa primeira entrada, onde tocamos as músicas Pop's Internacionais, foi tecnicamente muito boa, entretanto não obtiveram uma recepção tão calorosa do público, que só voltou a se animar nas duas últimas músicas.

Veio o intervalo e um merecido descanso de mais ou menos 20 minutos.

Subimos ao palco para a segunda entrada, onde apresentamos as músicas que chamamos de Oldies, canções dos anos 50 e 60, e tivemos, acredito eu, o melhor momento técnico-musical de nosso show, fato que, cá entre nós, foi o que me deu confiança e forças para encarar a última parte do nosso set, que penso ter sido a mais desafiadora de todos os shows que fizemos no Radio Club Brasil.

E digo isso não só porque haviam muitas músicas que ainda não havíamos tocado lá, digo isso também porque essas são, provavelmente, as músicas mais difíceis que temos em nosso set.

Assim sendo, é com orgulho que considero o desempenho da banda, nesse momento específico do show, muito bom mesmo, e o meu próprio desempenho com tendo sido melhor do que eu esperava.

Além disso, nesse show ficou evidente para este que vos escreve o quanto a presença do público é importante, não só como platéia, mas especialmente como elemento de troca de energia e de interação com a banda.

Aliás, para mim, não tem como comparar o esforço enorme que eu tenho que fazer para cantar com pouco público ou com um público pouco interativo, com o prazer que é cantar para um público numeroso e mais participativo.

Enfim, para concluir meu pensamento acerca desse show, parafrasearei uma frase que meu caríssimo Trutão, o Mauro, me faz acreditar que seja minha assinatura:

"O show foi bom, mas não só podemos fazer ainda melhor, como já fizemos."

E aos amigos e amigas que ficaram até o fim de nossa apresentação, meu sincero e profundo agradecimento.

Um beijo para as moças, abraço, tudo de bom e felicidades a todos e todas que, ao acompanhar e comentar meus escritos neste ciberespaço fazem do ato de escrevê-los um prazer como aquele que descrevo acima.

Até mais.

De seu amigo,

Renato F.C..

[Termino o post ao som de Black Mages - Those Who Fight Further]